
Hoje acordei com a impressão de que o aperto constante, que tem habitado meu peito, se iria de alguma forma. No entanto, este meu ingênuo desejo pareceu vão por um tempo. Despertei a mim mesma em mais um dia com aquele tormento desesperador em meu peito.
Não há em minhas manhãs somente gritos internos que ecoam o vazio, há também recordações, quase esquecidas ao abrir os olhos, dos pesadelos da última noite. As perturbações constantes em minha mente causadas pela ansiedade e pela falta de autocontrole me assustam. Cada sorriso que tento dar ao me olhar no espelho ou ao tentar tirar uma foto parece um esforço de fazer real o que não existe. Não sinto vontade de sorrir, esta não tem sido uma realidade presente nesses últimos dias, mas ainda assim, existem dias que eles (sorrisos) acontecem… livres de pressões e cheios de espontaneidade.
Tudo o que eu queria era sorrir em meio ao caos. Tudo o que eu queria era fazer mais do que um simples texto com determinados pontos, reflexões, formatos adequados ou doces palavras que agradem os olhos. Eu queria mais do que isso.
Porém acredito que isso tudo só seria possível com a intervenção da paz. E que paz seria essa?
Bom, esta manhã, ao acordar, eu fiz uma oração. Acho que Ele me ouviu. Senti uma doce paz invadir cada parte de mim.