Parafraseando a “Canção do Exílio”

Que saudades tenho eu
Ó daquela terra, que nunca conheci
A liberdade que flui dos seus montes sem fim
As ruas de paralelepípedo que roubam pés descalços
Dos olhares honestos que nunca vi

Os dias amanhecem mais cedo
E os pensamentos permanecem sem freio
Nas mentes em que deles, não há anseio
Que vida é para se viver e não sonhar?
Sonhar na sombra da nuvem faz cair
Os medos embrumados de patifes faz sonhar
Sonho é feliz se alcançar
Enquanto vivo, sinto falta de lá.

Publicado por J.S.

A intenção desse espaço é deixar registrado o que AquEle que trouxe vida ao meu ser, tem falado ao meu coração em momentos diversos, onde estou envolta pela sensibilidade e as palavras se tornam a minha expressão mais pura. Ele é o fôlego de Vida em mim, em meu espírito.

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