O parto (giving birth to) – it lasts three days

Aquele feto era envolvido em meu ventre por uma camada grossa de algo que não conheço o nome científico. Envolvido pela bolsa uterina aquele ser se desenvolve e cria forma. Os sinais do fim de sua “metamorfose” são os movimentos que faz dentro daquele espaço limitado, se movendo sem sair do lugar, demonstrando assim seuContinuar lendo “O parto (giving birth to) – it lasts three days”

O príncipe que não era encantado

Eu sempre sonhei com ele. De olhos fechados me imaginava olhando em seus olhos e ouvindo o som de sua voz dizendo palavras agradáveis que podiam inflar o meu ego. Certa vez me peguei desejando que ele viesse logo e com o seu cavalo branco me salvasse da vida enfadonha que levava. Não demorou muitoContinuar lendo “O príncipe que não era encantado”

Unidade (cordão de três dobras)

Esse casal, na fotografia, passeava pelo parque parecendo ter uma séria discussão, em espanhol, sobre determinado assunto que parecia ser de extrema importância para ambos. Eles não se importavam com quem passava por perto só estavam interessados em resolver o assunto. Lembrei-me de certa vez que um querido aluno me perguntou: “Professora, o que éContinuar lendo “Unidade (cordão de três dobras)”

Ilha (carta para amigos do life group)

E foi num daqueles sábados de março que eu me movi em direção às águas desconhecidas. Deixei o barco e os meus pés tocaram a água fria de forma destemida. As minhas mãos estavam nas Suas, porém o medo assombrava o meu coração. Olhava adiante e a amplitude do mar parecia demais para mim. AindaContinuar lendo “Ilha (carta para amigos do life group)”

I need a table with You (I just need to spend some time with You)

I feel dislocated in every ordinary space, because my heart belongs to nothing but you. I need You. I need to belong to You. Cause when I belong to you I know who I am and I find my place. A long time ago I used to think that all these damns feelings didn’t haveContinuar lendo “I need a table with You (I just need to spend some time with You)”

O pico do monte – parte I

Aquela parecia ser a montanha mais alta que os meus olhos já haviam encarado. Não me assustei com a ideia de que ainda estava no vale e mal podia enxergar o pico daquele monte. Perto dos vales em que meus pés ainda pisavam podia ver de longe algumas cavernas silenciosas e misteriosas que me davamContinuar lendo “O pico do monte – parte I”