A depressão é um momento onde os olhos da sensibilidade não conseguem enxergar a vida através de perspectivas otimistas ou esperançosas, pois se torna refém da tristeza.
O participante desse evento pode ter esperança se sentir brotar em seu coração, o fôlego da vida, o vigor. E perceber, e ter certeza que pode lutar, que é capaz de sair disso, e que é muito mais do que todos os pensamentos malditos em sua mente. Se você puder diga a ele em um sussurro: “você é mais forte do que pode imaginar, você sabia? “ ou simplesmente ofereça um abraço e o faça companhia em silêncio. Cada caso é um caso, mas eu ainda acredito que o amor é a cura.
A sensibilidade se sente entorpecida pelos sofrimentos da vida e não enxerga nada além do caos.
A alegria é a emoção que alimenta o vigor da vida e o amor nos mantém vivos. Sentimentos tão singelos e puros, como esses não se encontram em qualquer esquina, mas em minuciosos detalhes e na simplicidade do que se chama viver.
Viver… o que de fato chamamos de viver? A infância nos traz doces memórias do que deveria ser viver intensamente a vida. Poderíamos congelar os tantos sorrisos que demos quando crianças, e aquecer nossos corações com esperanças em tempos melhores, espelhados nesses momentos. Parece fácil pensar sobre uma perspectiva que não me parece tão próxima neste instante, mas aos meus olhos sobre pressupostos que já vivi me parece cabível pensar numa solução que funcionou um tantão para mim. Esta se dá pela simplicidade do que é viver projetando no presente a essência do que já fomos no passado, aquilo de bom que nos traz alegria, que nos faz sorrir sempre que pensamos sobre, para que o presente possa ser uma porcentagem do que chamamos futuro. Porque através do presente bem vivido encontraremos um dia o tão temido futuro, mas não tenha medo ele não é tão assustador como parece, e tão somente é fruto de um presente bem vivido. Descubra a essência do que é viver colhendo de suas memórias saudáveis emoções que tiveram quem você é.